Um dia destes, uma pessoa que
se dizia um amigo, solicitou-me para fazer uma avaliação de um
equipamento novo que adquiriu, atendendo a sua solicitação eu fui,
cheguei a avaliar o equipamento, que funcionou conforme deveria, e
fiquei de voltar novamente para continuar as avaliações, e, ensinar
ao proprietário de como fazer uso do equipamento, porém, como
sempre, houveram imprevistos, o que me fez fazer com que a pessoa
tivesse que esperar, essa pessoa sentiu-se agredido, ofendido,
insultado, pela demora, o interessante, é que, não é a primeira
vez que isso acontece, e muito menos a pessoa pode reclamar de não
ter sido avisada, pois fora a primeira coisa que eu fiz, avisar que
não posso firmar datas e horas com ninguém, pois as minhas
prioridades mudam a cada instante, sendo assim não poderia firmar
compromissos que envolvam data e hora, a pessoa foi avisada sobre
essa peculiaridade, porém, a pessoa não aceita esse tipo de
mentalidade e muito menos esse tipo de atitude, pois está acostumado
com pessoas que marcam data e hora e as executam com retidão, pois
bem, eu não posso, nunca pude, e dificilmente poderei, e não
enganei a pessoa dizendo que cumpriria data e hora, mas ainda assim,
a pessoa por duas vezes seguidas, se irritou comigo, por o fazer
esperar, como se eu tivesse um compromisso formalizado, com direito a
contrato, e cláusulas contratuais e obrigatoriedade, porém a pessoa
como já disse foi informada de antemão que não poderia confiar em
resolução de data e hora da minha parte, e por duas vezes se
zangou, se sentindo ofendido, insultado, agredido e tratado de forma
negativa, como se eu estivesse a agredindo, só por não poder dar
uma previsão de quando poderia o atender, o pior não é isso, o
pior é que as palavras de cobrança feita pela pessoa, dá a quem
não conhece a história a entender, que a pessoa tivera me
emprestado algum valor alto monetário, ou tivesse pago de antemão e
eu estaria dando calote, ou seja, recebido algum valor e fugido de
efetuar o serviço, porém, eu em momento algum, cobrei valor nenhum,
nem sequer peguei algum adiantamento, pelo contrário, deixo sempre
que posso a caráter da pessoa me fornecer algum valor que poder
fornecer, sem estipular nenhum valor, não por pena, ou piedade, pois
a pessoa não precisa disso, mas por consideração mesmo, não
preciso cobrar da pessoa até por que a pessoa já me foi solícita e
me ajudou várias vezes, agora, a pessoa se sentiu agredida,
insultada, e ofendida, por duas vezes, pelo mesmo motivo, que é; Eu
ter ido ao encontro da pessoa, no intuito de a ajuda ou a auxilia no
que precisar, independente se a pessoa iria ou não me remunerar,
porém a pessoa teve nas duas vezes paciência de esperar até um
período regular de tempo, nem curto e nem longo, mas conforme o
tempo se prolonga a pessoa perde a paciência, se torna intolerante,
agressiva, e chega ao ponto de pequenos insultos verbais,
simplesmente por que a pessoa não tolera e toma por insulto, ofensa
e agressão o fato de deixa esperando mais do que queira ou suporta,
e não mais do que isso, eu não insultei a pessoa, não usei
palavrões, ou insultos formais ou informais, mas a questão não é
essa, a questão é que a pessoa quando se sente ofendida, agredida e
insultada por esperar, se acha na razão de expressar palavras
ofensivas, inclusive palavras que se assemelham-se a ameaças de
pequeno e médio porte, pois se acha no direito de o fazer, como se
estivesse se vingando ou fazendo um ato de justiça, por sentir que
está sendo agredido, ofendido e ou insultado só por ter esperado
mais do que queriam ou mais do que suporte!
Essa pessoa acha mesmo que a
forma de me recepcionar ou tratar, daria ou deveria dar privilégios
de priorizar suas necessidades, não levando em consideração outros
critérios que dão a outros as prioridade maiores sobre as
necessidades dele, tais como; Os compromissos firmados anteriormente
“de pessoas que estão comigo antes de outros”, os
compromissos de emergência “de pessoas que, por motivos
educacionais e ou profissionais precisam de serem priorizadas, como
empresas, escolas, hospitais, clínicas, lojas, comércios em geral”,
os compromissos que envolvam riscos funcionais a outros “caso o
mau funcionamento de tecnologia que requeiram a minha presença e
atenção levem outras pessoas a demissão, a doenças, a exposição,
a processos judiciais”, e a última coisa que me interessa, é
o dinheiro ou como cada um deles me tratam, não é um tratamento
especial a minha pessoa que fará com que eu a priorize sobre as
demais, porém, ajuda muito se a pessoa viabilizar o meu trabalho, ou
seja, quando eu solicitar uma coisa, essa coisa deve ser
providenciada emergencialmente, rapidamente, com qualidade, e
conforme o que eu exprimo e não segundo a mente da pessoa acredita
que tem que ser, se eu solicitar uma coisa essa coisa deve ser
exatamente o que estou solicitando.
Mas retornando ao ponto chave,
é incrível que a pessoa do assunto em questão, se sinta insultado,
agredido e ofendido, essa pessoa em questão, tem uma personalidade
clássica de alguém que não confia em ninguém, por conta se seu
próprio histórico de vida, que não vem em questão, essa pessoa
acredita que eu ou qualquer outra pessoa, pode lhe dar uma volta, ou
seja, agir como um canalha lhe passando a perna, engabelando,
mentindo, traindo, pois essa pessoa aprendeu desde cedo a não
confiar nas pessoas, levando em consideração disso, só por que
ficou esperando demasiadamente enquanto atendo outra ou outras
prioridades, e possivelmente até creio eu que ache que eu a tenha
deixado esperando de propósito, ou com má intenção, ou má
vontade, e inclusive mentindo sobre a situação, como quem está em
casa em ócio, e não queira o auxiliar, porém, o mais incrível, é
que as palavras de cobrança da pessoa em questão, parece até de
alguém que teria me emprestado, um elevado valor monetário, e eu
não o tivesse querendo pagar, ou de quem pagou um elevado valor por
um serviço e eu não estaria querendo o entregar, mas não foi isso,
e não foi assim, a pessoa está cobrando por uma presença, que foi
sim ofertada (com ou sem remuneração), e essa presença foi
prolongada por muitos dias, chegando a casa de semanas, duas, três
ou que seja dez semanas, porém, de antemão explicitamente deixado
claro que a minha presença não é confiável, deixando claro que
não posso firmar data e hora conforme a pessoa prefere e gosta, mas
aparentemente ou se esqueceu, ou lembra-se e prefere continuar não
aceitando!
Eu simplesmente não queria
terminar mau com essa pessoa, não estou dizendo que a temo ou algo
assim, mas por que apesar de tudo, é uma pessoa legal, porém,
instável de humor, psicologicamente e que se inerva com facilidade,
lamentavelmente, porém não tenho a menor ideia de como explicar a
essa pessoa que o que eu fiz não se caracteriza como um ato de
agressão, ofensa ou insulto, pois, não foi de caso pensado, não
foi um ato de maldade, de perversidade, e não foi uma mentira, não
estava fugindo de o auxilia, mas sim envolvido em projetos com
clientes que tem prioridade mais elevada, como uma clínica que entra
em ressesso e precisa que eu faça os serviços com dias, semanas e
meses contado, correndo contra o tempo, e a mesma clínica em questão
já tem acordos comigo a mais tempo do que eu tenha feito com essa
pessoa, e que a prioridade é dela, o mesmo se aplica a uma fábrica
de placas de circuitos impressos, um consultório dentista, e de
outros clientes de CFTV “Circuito Fechado Televisionado de
Vigilância” que estão comigo bem antes desta pessoa que se
irritou comigo, da mesma forma que eu poderia largar outros clientes
por serem mais recentes ou terem prioridade inferior a dele, mas ele
aparentemente não quer compreender isso, ou pior não quer
compreender, e ainda acha que tudo isso possa ser mentira da minha
parte, ou pior, que eu deva dar a ele mais prioridade do que a esses
que anteriormente citei.