domingo, 21 de dezembro de 2014

Algumas pessoas não sabem esperar o suficiente!!!

Um dia destes, uma pessoa que se dizia um amigo, solicitou-me para fazer uma avaliação de um equipamento novo que adquiriu, atendendo a sua solicitação eu fui, cheguei a avaliar o equipamento, que funcionou conforme deveria, e fiquei de voltar novamente para continuar as avaliações, e, ensinar ao proprietário de como fazer uso do equipamento, porém, como sempre, houveram imprevistos, o que me fez fazer com que a pessoa tivesse que esperar, essa pessoa sentiu-se agredido, ofendido, insultado, pela demora, o interessante, é que, não é a primeira vez que isso acontece, e muito menos a pessoa pode reclamar de não ter sido avisada, pois fora a primeira coisa que eu fiz, avisar que não posso firmar datas e horas com ninguém, pois as minhas prioridades mudam a cada instante, sendo assim não poderia firmar compromissos que envolvam data e hora, a pessoa foi avisada sobre essa peculiaridade, porém, a pessoa não aceita esse tipo de mentalidade e muito menos esse tipo de atitude, pois está acostumado com pessoas que marcam data e hora e as executam com retidão, pois bem, eu não posso, nunca pude, e dificilmente poderei, e não enganei a pessoa dizendo que cumpriria data e hora, mas ainda assim, a pessoa por duas vezes seguidas, se irritou comigo, por o fazer esperar, como se eu tivesse um compromisso formalizado, com direito a contrato, e cláusulas contratuais e obrigatoriedade, porém a pessoa como já disse foi informada de antemão que não poderia confiar em resolução de data e hora da minha parte, e por duas vezes se zangou, se sentindo ofendido, insultado, agredido e tratado de forma negativa, como se eu estivesse a agredindo, só por não poder dar uma previsão de quando poderia o atender, o pior não é isso, o pior é que as palavras de cobrança feita pela pessoa, dá a quem não conhece a história a entender, que a pessoa tivera me emprestado algum valor alto monetário, ou tivesse pago de antemão e eu estaria dando calote, ou seja, recebido algum valor e fugido de efetuar o serviço, porém, eu em momento algum, cobrei valor nenhum, nem sequer peguei algum adiantamento, pelo contrário, deixo sempre que posso a caráter da pessoa me fornecer algum valor que poder fornecer, sem estipular nenhum valor, não por pena, ou piedade, pois a pessoa não precisa disso, mas por consideração mesmo, não preciso cobrar da pessoa até por que a pessoa já me foi solícita e me ajudou várias vezes, agora, a pessoa se sentiu agredida, insultada, e ofendida, por duas vezes, pelo mesmo motivo, que é; Eu ter ido ao encontro da pessoa, no intuito de a ajuda ou a auxilia no que precisar, independente se a pessoa iria ou não me remunerar, porém a pessoa teve nas duas vezes paciência de esperar até um período regular de tempo, nem curto e nem longo, mas conforme o tempo se prolonga a pessoa perde a paciência, se torna intolerante, agressiva, e chega ao ponto de pequenos insultos verbais, simplesmente por que a pessoa não tolera e toma por insulto, ofensa e agressão o fato de deixa esperando mais do que queira ou suporta, e não mais do que isso, eu não insultei a pessoa, não usei palavrões, ou insultos formais ou informais, mas a questão não é essa, a questão é que a pessoa quando se sente ofendida, agredida e insultada por esperar, se acha na razão de expressar palavras ofensivas, inclusive palavras que se assemelham-se a ameaças de pequeno e médio porte, pois se acha no direito de o fazer, como se estivesse se vingando ou fazendo um ato de justiça, por sentir que está sendo agredido, ofendido e ou insultado só por ter esperado mais do que queriam ou mais do que suporte!
Essa pessoa acha mesmo que a forma de me recepcionar ou tratar, daria ou deveria dar privilégios de priorizar suas necessidades, não levando em consideração outros critérios que dão a outros as prioridade maiores sobre as necessidades dele, tais como; Os compromissos firmados anteriormente “de pessoas que estão comigo antes de outros”, os compromissos de emergência “de pessoas que, por motivos educacionais e ou profissionais precisam de serem priorizadas, como empresas, escolas, hospitais, clínicas, lojas, comércios em geral”, os compromissos que envolvam riscos funcionais a outros “caso o mau funcionamento de tecnologia que requeiram a minha presença e atenção levem outras pessoas a demissão, a doenças, a exposição, a processos judiciais”, e a última coisa que me interessa, é o dinheiro ou como cada um deles me tratam, não é um tratamento especial a minha pessoa que fará com que eu a priorize sobre as demais, porém, ajuda muito se a pessoa viabilizar o meu trabalho, ou seja, quando eu solicitar uma coisa, essa coisa deve ser providenciada emergencialmente, rapidamente, com qualidade, e conforme o que eu exprimo e não segundo a mente da pessoa acredita que tem que ser, se eu solicitar uma coisa essa coisa deve ser exatamente o que estou solicitando.
Mas retornando ao ponto chave, é incrível que a pessoa do assunto em questão, se sinta insultado, agredido e ofendido, essa pessoa em questão, tem uma personalidade clássica de alguém que não confia em ninguém, por conta se seu próprio histórico de vida, que não vem em questão, essa pessoa acredita que eu ou qualquer outra pessoa, pode lhe dar uma volta, ou seja, agir como um canalha lhe passando a perna, engabelando, mentindo, traindo, pois essa pessoa aprendeu desde cedo a não confiar nas pessoas, levando em consideração disso, só por que ficou esperando demasiadamente enquanto atendo outra ou outras prioridades, e possivelmente até creio eu que ache que eu a tenha deixado esperando de propósito, ou com má intenção, ou má vontade, e inclusive mentindo sobre a situação, como quem está em casa em ócio, e não queira o auxiliar, porém, o mais incrível, é que as palavras de cobrança da pessoa em questão, parece até de alguém que teria me emprestado, um elevado valor monetário, e eu não o tivesse querendo pagar, ou de quem pagou um elevado valor por um serviço e eu não estaria querendo o entregar, mas não foi isso, e não foi assim, a pessoa está cobrando por uma presença, que foi sim ofertada (com ou sem remuneração), e essa presença foi prolongada por muitos dias, chegando a casa de semanas, duas, três ou que seja dez semanas, porém, de antemão explicitamente deixado claro que a minha presença não é confiável, deixando claro que não posso firmar data e hora conforme a pessoa prefere e gosta, mas aparentemente ou se esqueceu, ou lembra-se e prefere continuar não aceitando!
Eu simplesmente não queria terminar mau com essa pessoa, não estou dizendo que a temo ou algo assim, mas por que apesar de tudo, é uma pessoa legal, porém, instável de humor, psicologicamente e que se inerva com facilidade, lamentavelmente, porém não tenho a menor ideia de como explicar a essa pessoa que o que eu fiz não se caracteriza como um ato de agressão, ofensa ou insulto, pois, não foi de caso pensado, não foi um ato de maldade, de perversidade, e não foi uma mentira, não estava fugindo de o auxilia, mas sim envolvido em projetos com clientes que tem prioridade mais elevada, como uma clínica que entra em ressesso e precisa que eu faça os serviços com dias, semanas e meses contado, correndo contra o tempo, e a mesma clínica em questão já tem acordos comigo a mais tempo do que eu tenha feito com essa pessoa, e que a prioridade é dela, o mesmo se aplica a uma fábrica de placas de circuitos impressos, um consultório dentista, e de outros clientes de CFTV “Circuito Fechado Televisionado de Vigilância” que estão comigo bem antes desta pessoa que se irritou comigo, da mesma forma que eu poderia largar outros clientes por serem mais recentes ou terem prioridade inferior a dele, mas ele aparentemente não quer compreender isso, ou pior não quer compreender, e ainda acha que tudo isso possa ser mentira da minha parte, ou pior, que eu deva dar a ele mais prioridade do que a esses que anteriormente citei.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Desabafo sobre 2 de março de 2014 em Mangaratiba

Preste muita atenção, sem entrar em muitos detalhes, mas eu não tenho nenhum assunto com você, você pode querer fingir que nada sabe, e que nada aconteceu em domingo, 2 de março de 2014 em Mangaratiba, pois esse foi o plano deixado por lá, que todos fingissem que nada aconteceu, para que eu passasse por louco ou algo similar, mas ambos sabemos do que se trata, enquanto você verdadeiramente não se arrepender da sua parte do ocorrido, não temos nada, absolutamente nada, a falar um com o outro, sobre qualquer assunto.
Eu me nego a ter ou manter assuntos, com quem é a favor de cometer injustiças em nome de justiça cega, burra e ignorante, como pegar um homônimo “pessoa com o mesmo nome” seja exato ou por similaridade, confundir uma com a outra pessoa, e tratar o inocente por culpado, só por ter o nome igual idêntico ou similar a de um culpado pela justiça “vide processo número 0011975-59.2011.8.19.0024, no site do tribunal de justiça do rio de janeiro (http://www.tjrj.jus.br)“, veremos que temos uma pessoa com o mesmo exato nome que o meu, porém que não sou eu, e por isso mesmo, assim fui tratado por um certo homem policial militar, diácono, e miliciano, que atentou contra a minha segurança, por confundir-me com um criminoso, só por ambos portarmos o mesmo exato nome; Jorge Luiz Lopes da Silva Junior, ambos ele (o criminoso) e eu (o inocente) homônimos perfeitos (letra por letra), com um adendo; idades diferentes, filiação diferente, documentação (identidade, cpf) diferentes, ou seja, simplesmente portando ambos os mesmo exato nome, porém, pessoas distintas um do outro.
Agora, fui ameaçado por pessoas, fui intimidado por pessoas, primariamente de dentro da igreja, e posteriormente de até nas ruas da cidadela de Praia do Saco (com ou sem o conhecimento de todas ou algumas das pessoas da igreja), com total aval e apoio do já citado diácono, policial militar, e miliciano da Praia do Saco, agradeço à Deus por nada ter acontecido comigo no cunho físico, mas acontecerá no cunho psicológico, afetado pelo ocorrido, porém, mesmo hoje pessoas sabendo que não se tratou de equívocos, de uma confusão com homônimos, ao menos por parte a princípio do policial militar, diácono e miliciano, ninguém tem a coragem, a ombridade, a humildade, a cristandade, de se arrepender e vir se desculpas comigo, eu sinceramente não sei, não tenho a menor idéia como uma pessoa assim, pode participar da ceia do Senhor Jesus, sem sentir o peso na consciência de que um dia fez uma injustiça desse tamanho, se querem fingir que nada aconteceu, tudo bem, se não querem falar sobre o assunto, tudo bem, vamos brincar de que nada aconteceu, porém, se o assunto que você tenha comigo, não é o de um arrependimento sincero, abrindo o jogo, se desculpando e desfazendo ou tentando desfazer todo mau que você me fez, eu sinceramente volto a dizer, nós não temos, ou teremos, assunto um para com o outro, em momento ou circunstâncias nenhuma, para o resto de nossas vidas! E espero que você tenha a consciência, que da mesma forma que eu responderei à Deus por todo e qualquer pecado que tenha cometido, você também responderá pelos seus à Ele, e ele é sim ao contrário de vocês ou de um certo policial, diácono e miliciano, um justo juiz, perfeito, que não erra e principalmente que não comete injustiça em nome da justiça!