terça-feira, 7 de outubro de 2014

Desabafo sobre 2 de março de 2014 em Mangaratiba

Preste muita atenção, sem entrar em muitos detalhes, mas eu não tenho nenhum assunto com você, você pode querer fingir que nada sabe, e que nada aconteceu em domingo, 2 de março de 2014 em Mangaratiba, pois esse foi o plano deixado por lá, que todos fingissem que nada aconteceu, para que eu passasse por louco ou algo similar, mas ambos sabemos do que se trata, enquanto você verdadeiramente não se arrepender da sua parte do ocorrido, não temos nada, absolutamente nada, a falar um com o outro, sobre qualquer assunto.
Eu me nego a ter ou manter assuntos, com quem é a favor de cometer injustiças em nome de justiça cega, burra e ignorante, como pegar um homônimo “pessoa com o mesmo nome” seja exato ou por similaridade, confundir uma com a outra pessoa, e tratar o inocente por culpado, só por ter o nome igual idêntico ou similar a de um culpado pela justiça “vide processo número 0011975-59.2011.8.19.0024, no site do tribunal de justiça do rio de janeiro (http://www.tjrj.jus.br)“, veremos que temos uma pessoa com o mesmo exato nome que o meu, porém que não sou eu, e por isso mesmo, assim fui tratado por um certo homem policial militar, diácono, e miliciano, que atentou contra a minha segurança, por confundir-me com um criminoso, só por ambos portarmos o mesmo exato nome; Jorge Luiz Lopes da Silva Junior, ambos ele (o criminoso) e eu (o inocente) homônimos perfeitos (letra por letra), com um adendo; idades diferentes, filiação diferente, documentação (identidade, cpf) diferentes, ou seja, simplesmente portando ambos os mesmo exato nome, porém, pessoas distintas um do outro.
Agora, fui ameaçado por pessoas, fui intimidado por pessoas, primariamente de dentro da igreja, e posteriormente de até nas ruas da cidadela de Praia do Saco (com ou sem o conhecimento de todas ou algumas das pessoas da igreja), com total aval e apoio do já citado diácono, policial militar, e miliciano da Praia do Saco, agradeço à Deus por nada ter acontecido comigo no cunho físico, mas acontecerá no cunho psicológico, afetado pelo ocorrido, porém, mesmo hoje pessoas sabendo que não se tratou de equívocos, de uma confusão com homônimos, ao menos por parte a princípio do policial militar, diácono e miliciano, ninguém tem a coragem, a ombridade, a humildade, a cristandade, de se arrepender e vir se desculpas comigo, eu sinceramente não sei, não tenho a menor idéia como uma pessoa assim, pode participar da ceia do Senhor Jesus, sem sentir o peso na consciência de que um dia fez uma injustiça desse tamanho, se querem fingir que nada aconteceu, tudo bem, se não querem falar sobre o assunto, tudo bem, vamos brincar de que nada aconteceu, porém, se o assunto que você tenha comigo, não é o de um arrependimento sincero, abrindo o jogo, se desculpando e desfazendo ou tentando desfazer todo mau que você me fez, eu sinceramente volto a dizer, nós não temos, ou teremos, assunto um para com o outro, em momento ou circunstâncias nenhuma, para o resto de nossas vidas! E espero que você tenha a consciência, que da mesma forma que eu responderei à Deus por todo e qualquer pecado que tenha cometido, você também responderá pelos seus à Ele, e ele é sim ao contrário de vocês ou de um certo policial, diácono e miliciano, um justo juiz, perfeito, que não erra e principalmente que não comete injustiça em nome da justiça!